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Revla Corretora

Consórcio para brasileiros no Japão

Morando no Japão, posso fazer consórcio de imóvel no Brasil?

Sim. Na Ademicon, administradora com que a Revla trabalha, você contrata online, com o seu endereço no Japão, sem comprovar renda para entrar no grupo, e paga a parcela com cartão de crédito internacional. Quando for contemplado, o crédito fica rendendo enquanto você escolhe o imóvel no Brasil.

  • Contratação 100% online
  • Endereço no Japão aceito
  • Sem comprovar renda para entrar
  • Administradora autorizada pelo Banco Central
Reinaldo Masullo

Por Reinaldo Masullo, consultor da Revla Corretora · Atualizado em

Resumo em 30 segundos

  • Brasileiro que mora no Japão pode contratar consórcio de imóvel no Brasil, de forma online, com o endereço do Japão.
  • Na Ademicon, não é exigida comprovação de renda para entrar no grupo. A renda só é analisada na contemplação, para usar a carta.
  • A parcela pode ser paga com cartão de crédito internacional, no débito automático, sem conta no Brasil.
  • Exemplo: carta de R$ 100 mil, parcela reduzida de cerca de R$ 337 até a contemplação, perto de ¥ 10.800 no câmbio de ¥ 32 por real.
  • Depois da contemplação, o crédito fica aplicado, rendendo cerca de 100% do CDI, enquanto você escolhe o imóvel.
  • Ninguém pode dizer em que mês você será contemplado. Desconfie de qualquer corretor ou pessoa que prometer.

Quem pode fazer consórcio no Brasil morando no Japão?

Qualquer brasileiro que mora no Japão, com CPF regular, pode contratar consórcio de imóvel na Ademicon.

O cadastro é feito com o seu endereço no Japão. Para entrar no grupo, não é exigida comprovação de renda, e a regra é a mesma para quem mora no Brasil ou em qualquer outro país. A renda só é analisada depois da contemplação, quando você for usar a carta para comprar o imóvel.

A Revla não é administradora: é a corretora que explica, contrata com você e acompanha o seu consórcio do primeiro ao último mês. O dinheiro fica no grupo da administradora, autorizada e fiscalizada pelo Banco Central.

Como funciona, do Japão até o imóvel no Brasil

Você paga uma parcela por mês, sem juros, e concorre todos os meses. Quando é contemplado, usa o crédito para comprar o imóvel à vista no Brasil.

  1. Você contrata do Japão

    Online, com o seu endereço no Japão e sem comprovar renda para entrar no grupo.

  2. Paga a parcela todo mês

    Com cartão de crédito internacional no débito automático, ou por boleto.

  3. Concorre em todas as assembleias

    Por sorteio e, se fizer sentido para o seu plano, por lance. Eu acompanho cada assembleia com você.

  4. É contemplado e o crédito rende

    O crédito fica aplicado, rendendo cerca de 100% do CDI, enquanto você escolhe o imóvel.

  5. Compra o imóvel no Brasil

    À vista para o vendedor, com contratos que aceitam assinatura digital válida.

  6. Mora ou aluga

    Você usa quando voltar, ou aluga e o aluguel ajuda a pagar a parcela até lá.

Quanto custa? Simule a parcela em reais e em ienes

Uma carta de R$ 100 mil tem parcela reduzida de cerca de R$ 337 até a contemplação e parcela cheia de cerca de R$ 565, com prazo de 220 meses e taxa de administração de 24,2%.

A parcela cheia é a parte da carta (R$ 454,55) mais a taxa de administração (R$ 110,00). Na parcela reduzida, você paga metade da parte da carta e a taxa inteira até ser contemplado. A diferença não paga é diluída nas parcelas restantes depois da contemplação: por isso, quanto mais tarde a contemplação, maior a parcela depois dela.

Valor de referência. Ajuste pelo câmbio do dia.

Parcela reduzida até a contemplação

R$ 337,27

cerca de ¥ 10.793

Parcela cheia

R$ 564,55

cerca de ¥ 18.065

Parcela depois da contemplação, conforme o mês em que ela acontece
Contemplação no mêsParcela em reaisEm ienes
12R$ 577,66¥ 18.485
60R$ 649,77¥ 20.793
120R$ 837,27¥ 26.793

Simulação ilustrativa com prazo de 220 meses e taxa de administração de 24,2%, condições da maioria dos grupos de imóveis com que a Revla trabalha hoje na Ademicon. As condições variam por grupo. Os valores não incluem o reajuste anual pelo INCC-DI, aplicado em janeiro sobre a carta e a parcela, nem o seguro prestamista, obrigatório depois da contemplação. A data da contemplação não é previsível.

Como pagar a parcela recebendo em ienes?

Com cartão de crédito internacional, no débito automático, sem precisar de conta no Brasil.

Você mesmo cadastra o cartão no aplicativo da administradora, e a parcela é cobrada todo mês perto do vencimento. O cartão tem uma taxa de até 3,13% por parcela; o boleto não tem taxa. A parcela é sempre em reais, então o valor em ienes muda com o câmbio: com o real mais caro, você gasta mais ienes; com o real mais barato, menos.

Um cuidado prático: deixe uma folga no orçamento para a variação do câmbio e para o reajuste anual da parcela. Eu te mostro o cálculo em ienes antes de você decidir.

Como comprovar renda trabalhando no Japão?

Só na contemplação, e só se você for usar a carta para comprar o imóvel. Para entrar no grupo, não precisa.

Para quem mora fora do Brasil, a política de crédito da Ademicon pede a declaração de rendimentos do país onde você mora. Extratos bancários servem apenas como complemento, e o aluguel de um imóvel conta como renda quando vem com o contrato de locação e o extrato do recebimento.

Exemplos de documentos japoneses de renda:

  • Comprovante anual de rendimentos emitido pela empresa: 源泉徴収票 (gensen chōshūhyō).
  • Certidão de renda emitida pela prefeitura: 課税証明書 (kazei shōmeisho).
  • Para quem trabalha por conta própria, a declaração anual de imposto: 確定申告書 (kakutei shinkokusho).

Os documentos vão com tradução juramentada, feita por tradutor público no Brasil a partir do documento digitalizado, sem você sair do Japão. A Ademicon não exige apostila de Haia.

Fui contemplado e moro no Japão. E agora?

Você pode comprar o imóvel na hora ou deixar o crédito aplicado, rendendo cerca de 100% do CDI, enquanto escolhe com calma.

O contrato de compra e venda e o de alienação fiduciária aceitam assinatura digital válida ou firma reconhecida, e o registro é feito no cartório de imóveis da cidade do imóvel. A administradora libera 80% do crédito com o contrato assinado e os 20% restantes depois do registro. Se alguma etapa exigir presença, você pode nomear um procurador de confiança no Brasil.

O crédito também pode ser usado para reforma, com construção averbada na matrícula e notas fiscais ou contrato com profissional habilitado. A documentação da compra (ITBI, escritura e registro) fica por conta de quem compra; como você paga o vendedor à vista, o desconto que negociar ajuda a cobrir esses custos.

Juntar, financiar ou fazer consórcio: o que faz sentido para quem está no Japão?

Os três caminhos levam ao imóvel; o que muda é o custo, o momento em que você recebe e o que pode dar errado.

CaminhoJurosQuando você tem o imóvelPonto de atenção
Juntar e comprar à vistaNãoSó quando o valor total estiver guardadoExige disciplina por muitos anos; o dinheiro parado é o primeiro a sair num imprevisto.
FinanciamentoSim, durante todo o contratoLogo após a aprovaçãoExige entrada e comprovação de renda no banco; os juros aumentam muito o custo total.
ConsórcioNão, só taxa de administraçãoNa contemplação, por sorteio ou lanceA data da contemplação não é previsível; a parcela é reajustada uma vez por ano.

Quando o consórcio faz sentido para quem mora no Japão, e quando não faz

Faz sentido para quem quer construir patrimônio no Brasil com planejamento; não faz para quem precisa do imóvel numa data certa.

Faz sentido se você

  • quer um imóvel no Brasil, para morar na volta ou para alugar;
  • tem alguns anos de planejamento pela frente;
  • consegue guardar todo mês e quer um compromisso que te ajude a manter a disciplina;
  • não quer pagar juros de financiamento.

Não faz sentido se você

  • precisa do imóvel numa data definida;
  • não tem folga para a parcela em reais, considerando câmbio e reajuste;
  • não tem nenhum plano de patrimônio no Brasil;
  • procura uma aplicação que renda sobre o que você paga.

O aluguel pode ajudar a pagar a parcela?

Pode. Depois da contemplação, você compra um imóvel pensado para alugar, e o aluguel ajuda a pagar a parcela até o fim do consórcio, quando passa a ser renda para você.

Você não precisa vir ao Brasil para isso: uma imobiliária cuida do anúncio, da vistoria, do contrato e da cobrança. Para você ter mais tranquilidade com o pagamento, a Revla, que também é corretora de seguros, contrata o seguro fiança, pago pelo inquilino: se ele atrasar, a seguradora paga os aluguéis devidos, conforme as condições da apólice.

Se a conta fecha depende do imóvel escolhido, do valor do aluguel e do momento da contemplação. Por isso eu analiso cada opção com você, com números, antes da compra.

Como saber que não é golpe?

Confira três coisas antes de pagar qualquer valor: a administradora, para quem vai o pagamento e o que o vendedor promete.

  1. A administradora precisa ser autorizada pelo Banco Central. Você confere pelo nome ou pelo CNPJ em Encontre uma instituição, no site do Banco Central.
  2. O pagamento é sempre feito em nome da administradora, nunca para uma pessoa física ou para o corretor.
  3. Desconfie de qualquer corretor ou pessoa que prometa em que mês você vai ser contemplado. Ninguém sabe essa data, porque ela depende de sorteio e de lance.

A administradora: Ademicon

anos de história
35+
clientes atendidos
+675 mil
em créditos comercializados
R$ 145,8 bi
cotas comercializadas
+945 mil
lojas no Brasil
+300

A Ademicon afirma ser a única administradora de consórcios do Brasil com dois fundos de private equity na estrutura acionária. O sistema de consórcios é regulamentado pela Lei nº 11.795/2008 e fiscalizado pelo Banco Central.

Fonte: dados institucionais divulgados pela Ademicon, outubro de 2026.

A Revla Corretora de Seguros é registrada na SUSEP sob o nº 232150320, CNPJ 52.139.303/0001-93, com escritório na Avenida Paulista, em São Paulo. A Ademicon é confiável? Veja a resposta completa.

Reinaldo Masullo, consultor da Revla Corretora

Quem vai te atender

Eu, Reinaldo Masullo. Abri a Revla depois de quase perder um direito por falta de informação.

Quando meu pai faleceu, o seguro de vida em grupo que eu tinha contratado pelo banco cuidou do funeral, e ninguém me explicou que havia também uma indenização. Anos depois, me disseram que o prazo tinha passado. Fui estudar: fiz um ano de curso de corretor na Escola Nacional de Seguros, tirei a minha habilitação, levei o caso à SUSEP e recebi. Foi aí que eu entendi o problema: quem vende muitas vezes não explica.

Por isso a Revla trabalha com atendimento consultivo. Sou consultor autorizado da Ademicon e explico tudo antes, respondo a todas as perguntas e acompanho cada cliente do primeiro ao último mês do consórcio. E eu sei o que é construir a vida longe de casa: meu pai saiu da Itália com 18 anos, fugindo da guerra, e construiu tudo aqui no Brasil.

O atendimento é individual e discreto: as informações do seu consórcio ficam entre você, quem você escolher e a administradora.

Atendimento todos os dias, inclusive sábado e domingo. Pelo WhatsApp, no horário do Japão, das 7h às 11h e das 19h às 23h (em Brasília, das 19h às 23h e das 7h às 11h). Eu sei que a jornada no Japão é pesada e que, muitas vezes, o único tempo livre para pensar no futuro é o fim de semana. Por isso o atendimento aos brasileiros no Japão também funciona aos sábados e domingos.

Perguntas frequentes de quem mora no Japão

Morando no Japão, posso fazer consórcio de imóvel no Brasil?

Sim. Na Ademicon, administradora com que a Revla trabalha, o brasileiro que mora no Japão contrata o consórcio online, com o endereço do Japão, e paga a parcela de lá. Quando for contemplado, usa o crédito para comprar um imóvel no Brasil.

Preciso voltar ao Brasil para contratar?

Não. A contratação é feita online, com assinatura eletrônica do contrato e pagamento da primeira parcela a partir do Japão.

Preciso comprovar renda para entrar no grupo?

Não na Ademicon. A comprovação de renda só é pedida depois da contemplação, quando você for usar a carta para comprar o imóvel. A regra vale igual para quem mora no Brasil, no Japão ou em outro país.

Como pago a parcela recebendo em ienes?

Na Ademicon, você pode cadastrar um cartão de crédito internacional para o débito automático da parcela, sem precisar de conta no Brasil. O cartão tem taxa de até 3,13% por parcela; o boleto não tem taxa. A parcela é em reais, e o valor em ienes muda com o câmbio.

Quais documentos do Japão servem para comprovar renda?

Na contemplação, para quem mora fora do Brasil, a Ademicon pede a declaração de rendimentos do país onde você mora. Os documentos japoneses vão com tradução juramentada, sem apostila de Haia, e extratos bancários servem só como complemento. Exemplos: comprovante anual de rendimentos (gensen chōshūhyō) e certidão de renda da prefeitura (kazei shōmeisho).

Fui contemplado e estou no Japão. Preciso voltar para comprar o imóvel?

Não necessariamente. O contrato de compra e venda e o de alienação fiduciária aceitam assinatura digital válida ou firma reconhecida, e o registro é feito no cartório de imóveis da cidade do imóvel. Se alguma etapa exigir presença, você pode nomear um procurador no Brasil.

Posso esperar para comprar o imóvel só quando eu voltar?

Sim. Na Ademicon, enquanto você não usa a carta, o crédito contemplado fica aplicado e rende cerca de 100% do CDI. A parcela continua sendo paga normalmente nesse período.

Existe data certa para ser contemplado?

Não. A contemplação acontece por sorteio ou lance, todos os meses. Estratégias de lance aumentam as chances, mas ninguém pode dizer em que mês você será contemplado.

A parcela muda com o tempo?

Sim. A carta e a parcela são reajustadas uma vez por ano, em janeiro, pelo INCC-DI. Se você pagar a parcela reduzida, a diferença é diluída nas parcelas que faltam depois da contemplação, e a parcela sobe. O seguro prestamista passa a ser obrigatório depois da contemplação.

Consórcio é investimento?

Não no sentido de aplicação financeira: o consórcio não rende sobre o que você paga. Ele é a forma planejada e sem juros de comprar o imóvel que pode virar patrimônio e renda de aluguel no Brasil.

Como sei que a administradora é confiável?

Consulte o nome ou o CNPJ da administradora no site do Banco Central e pague sempre em nome da administradora, nunca a uma pessoa física ou ao corretor. Desconfie de qualquer corretor ou pessoa que prometa em que mês você vai ser contemplado.

Com quais administradoras a Revla trabalha?

A Revla é homologada na Ademicon, na Porto Seguro e na Rodobens. As regras desta página para quem mora no Japão são as da Ademicon, a administradora com que a Revla atende esse público hoje.

Outras pessoas vão saber do meu consórcio?

Não. O atendimento é individual, direto com o Reinaldo, e as informações do seu consórcio ficam entre você, quem você escolher e a administradora.

Quer sair do Japão com patrimônio no Brasil?

Me conte há quanto tempo você está no Japão e o que quer construir. Eu monto a simulação com o seu nome, em reais e em ienes, e explico tudo antes de você decidir.

Falar com o Reinaldo no WhatsApp